sexta-feira, 1 de julho de 2011

Brasil bate recorde histórico de exportação de café

Os dados foram divulgados pelo Conselho dos Exportadores de Café.

Em receita, foram US$ 7 bilhões, em volume, mais de 34 milhões de sacas.

Do Globo Rural
O aumento é reflexo de uma série de fatores, entre eles, as dificuldades climáticas enfrentadas pelos principais concorrentes do Brasil, a melhora da qualidade do produto brasileiro e o aumento do consumo em todo o mundo.
Eduardo Carvalhaes, analista de mercado, explica que o volume de exportação já era esperado, mas surpreendeu, tanto que em 11 meses já foi completado o maior volume de toda a história em um ano-safra. Nunca foi arrecadado tanto dinheiro e um volume tão grande de exportação.
Sobre a média de preço que estão sendo negociadas as sacas que seguem para o mercado exterior, Carvalhaes diz que são preços melhores que os praticados no mercado interno porque envolvem os custos de exportação e a margem dos comerciantes que exportam.
O porto de Santos é o maior exportador de café do Brasil e do mundo, aproximadamente 70% do café sai por lá. Alemanha, Estados Unidos, França, Itália e Japão são os principais mercados que compram o café brasileiro, mas o país exporta para todo o mundo.
A tendência de alta nas exportações deve se manter nos próximos meses em termos de receita, mas o volume deve cair porque o Brasil está entrando em ano de safra baixa, sem estoques e não terá condição de manter o volume do próximo ano-safra, que começa em 1º de julho.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

CLASSIFICAÇÃO DOS TABLETS

CLASSIFICAÇÃO DOS TABLETS

Posted: 27 Jan 2011 11:22 AM PST
Deu na imprensa (Folha de São Paulo) e foi noticiado no blog do meu amigo Rogério, que o governo federal, com a louvável finalidade de estimular a popularização (creio que todos estão de pleno acordo com essa intenção), pretende (in verbis, grifou-se para destacar):
(...) na próxima semana, a dar os primeiros passos em direção a uma política específica para os tablets populares.

A intenção é classificar os tablets como PCs e, com isso, aproveitar a isenção de 9,75% de IPI, PIS e Cofins aplicada atualmente a desktops e notebooks.

Em entrevista à Folha, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que as discussões começarão com uma reunião na segunda com Fernando Pimentel, da pasta do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Hoje, cada empresa classifica seus tablets de forma diferente. O Galaxy Tab, da Samsung, por exemplo, é classificado como telefone celular. Já o iPad, da Apple, usa a mesma classificação do iPod Touch na importação.

"Fizemos sondagens com alguns fabricantes e a maioria sugeriu que, se os tablets forem classificados como computadores, poderão aproveitar benefícios fiscais hoje aplicados a desktops e notebooks", disse Bernardo.

Data vênia senhor Ministro, mas há pontos que saltam aos olhos nessa questão e que eu gostaria de desatacar:

1º) Como só existe um único código para classificar uma mercadoria (isto é um dos Princípios da Classificação de Mercadorias), então, no mínimo, há erro de classificação (cada empresa classifica seu tablet de forma distinta da outra) e a Receita Federal deve, por imposição legal, agir de pronto (se o próprio Ministro afirmou, então a Receita Federal não poderá desconhecer o problema, sob pena de ver-se obrigada a fazê-lo pelo Ministério Público);

2º) A classificação dos tablets deverá ser feita observando as Regras Gerais para a Interpretação do Sistema Harmonizado e a Regra Geral Complementar;

3º) Que as empresas façam o quanto antes uma consulta fiscal e tomem medidas para eliminar o seu passivo tributário aduaneiro que porventura exista;

4º) Inquestionavelmente, a classificação dos tablets é determinada pela sua função principal e não pelo desejo da indústria ou do governo brasileiro.

Antares e você, juntos na Importação!!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

18.1.2011 - América Latina é prioridade na política externa do Irã, avisa parlamentar iraniano (Agência Brasil)

18.1.2011 - América Latina é prioridade na política externa do Irã, avisa parlamentar iraniano (Agência Brasil)

A América Latina foi incluída na lista de prioridades da política externa do Irã, segundo o presidente da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa do Parlamento iraniano, Alaeddin Boroujerdi. A iniciativa foi anunciada depois de uma série de reuniões entre Boroujerdi e a porta-voz do do Congresso do Uruguai, Ivonne Pasada. A uruguaia passou o dia ontem (17) em Teerã. Pasada fica mais um dia no Irã.

De acordo com as duas autoridades, Irã e Uruguai firmarão acordos de parcerias para o desenvolvimento de pesquisas científicas e tecnológicas. Segundo Boroujerdi, há uma consolidação nas relações baseada no respeito mútuo. As informações são da rede de televisão do Irã, a Press TV.

Boroujerdi afirmou ainda que o Parlamento apoiará os esforços para a ampliação das relações entre Irã e os países latino-americanos. Ainda hoje (18) a representante do Uruguai terá uma série de reuniões com integrantes do governo do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.

Atualmente, Brasil e Venezuela são os países latino-americanos que mantêm relações mais intensas com o Irã. O presidente venezuelano, Hugo Chávez, foi pelo menos uma vez ao Irã, assim como Ahmadinejad esteve na Venezuela.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o principal negociador, no ano passado, da troca de urânio levemente enriquecido do Irã pelo produto enriquecido a um percentual mais baixo. O acordo foi uma tentativa de encerrar o impasse que há sobre o programa nuclear iraniano.

Leia em:http://www.comexdata.com.br/index.php?PID=3000962#ixzz1BOhb1pzi

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Importação


Importação por Conta e Ordem e Importação por Encomenda

Cada vez mais e por diversos motivos, as organizações vêm optando por focar-se no objeto principal do seu próprio negócio (atividades-fim) e por terceirizar as atividades-meio do seu empreendimento.
Essa tendência ocorre também no comércio exterior, quando, por exemplo, uma ou mais atividades relacionadas à execução e gerenciamento dos aspectos operacionais, logísticos, burocráticos, financeiros, tributários, entre outros, da importação de mercadorias são transferidas a um especialista.
Atualmente, duas formas de terceirização das operações de comércio exterior são reconhecidas e regulamentadas pela Secretaria da Receita Federal (SRF), a importação por conta e ordem e a importação por encomenda.
Para que sejam consideradas regulares, tanto a prestação de serviços de importação realizada por uma empresa por conta e ordem de uma outra – chamada adquirente – quanto a importação promovida por pessoa jurídica importadora para revenda a uma outra – dita encomendante predeterminada – devem atender a determinadas condições previstas na legislação.
A escolha entre importar mercadoria estrangeira por conta própria ou por meio de um intermediário contratado para esse fim é livre e perfeitamente legal, seja esse intermediário um prestador de serviço ou um revendedor. Entretanto, tanto o importador quanto o adquirente ou encomendante, conforme o caso, devem observar o tratamento tributário específico dessas operações e alguns cuidados especiais, a fim de que não sejam surpreendidos pela fiscalização da SRF e sejam autuados ou, até mesmo, que as mercadorias sejam apreendidas.
Assim, a empresa que se decidir por terceirizar algumas ou todas as suas operações de comércio exterior deve estar atenta não só às diferenças de custo entre a importação por conta e ordem e por encomenda, mas também aos diferentes efeitos e obrigações tributárias a que estão sujeitas essas duas situações, não só na esfera federal, mas também no âmbito estadual.
Importação por conta e ordem
Importação por encomenda

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Indice de Importações de Setembro! - Confira:


Importações

Pela média diária, as importações da primeira semana de setembro de 2009 aumentaram 10,1% frente a agosto deste ano (US$ 512,7 milhões), motivadas pelo aumento nas aquisições dos seguintes produtos: combustíveis e lubrificantes (68%), adubos e fertilizantes (31,5%), equipamentos elétricos e eletrônicos (10%), plásticos e obras (6%) e siderúrgicos (+4,8%).
Já a retração de 28%, em relação a todo o mês de setembro do ano passado, se deu pela diminuição no desembarque de adubos e fertilizantes (-42%), siderúrgicos (-39,6%), equipamentos mecânicos (-30,7%), veículos e automóveis (-28,9%), equipamentos elétricos e eletrônicos (-26%), químicos orgânicos/inorgânicos (-26,2%) e combustíveis e lubrificantes (-18,1%).

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Contate a Antares e Comece a Importar Já!


Número de empresas importadoras cresce em 2009


AE - Agencia Estado
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SÃO PAULO - Mesmo com a retração do mercado doméstico e a queda forte nas importações, o número de empresas que compraram produtos no exterior no primeiro semestre de 2009 foi maior que no mesmo período de 2008, quando havia forte expansão econômica. Os importadores aumentaram de 25.980, de janeiro a junho do ano passado, para 26.296, no mesmo período de 2009, enquanto o valor das mercadorias compradas no mercado externo caiu de US$ 79,34 bilhões para US$ 55,97 bilhões.



Os dados surpreenderam o Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, que fez o levantamento. ?É curioso os importadores estarem crescendo mais que os exportadores?, afirmou o secretário adjunto de Comércio Exterior, Fabio Martins Faria. Ele disse que os dados surpreendem porque o mercado doméstico se contraiu este ano. Faria acredita que o movimento pode revelar uma tendência das empresas de buscar fornecedores internacionais para reduzir custo e ganhar competitividade. ?Este é um fenômeno que vai merecer estudo mais aprofundado ao longo do ano.?



A maior adesão de empresas ocorreu na faixa de importações até US$ 100 mil. ?Há mais firmas importando pequenos valores.? Para o vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, o movimento ?é inexplicável?. ?Era para ter caído. Os números vão contra o fluxo natural das empresas importadoras.? Ele lembrou que nos anos anteriores a entrada e saída de empresas nas operações de importações acompanharam o movimento do câmbio. 



Para Castro, a valorização do real ocorrida a partir de maio ainda não teve impacto nas compras internacionais, o que deve ocorrer somente a partir de agosto. ?Não tem explicação. Não foi o câmbio. Até março, o câmbio desestimulava as importações?, afirmou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Antares Importação e Exportação


Pensou em Importar ou em Exportar ?
Esta com certeza é sua melhor opção.

Com mais de 17 anos de experiência no Comércio Internacional, a Antares se destaca por sua eficiencia no tramite de mercadorias entre paises. Destancando-se:

- Importação via Encomenda e Conta e Ordem com Benefício Fiscal
Possibilita ao cliente se preocupar apenas com seu negócio enquanto cuidamos de toda a burocrácia para trazer a mercadoria ao pais, e entregar na porta do cliente.

- Exportação
Para empresas interessadas em exportar para diversos paises, a Antares é a melhor solução.

Contate nos para uma consulta sem compromisso!

antares@terra.com.br
47 3326-2250
47 3326-0006

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